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Organização social dos Cupins

Os cupins são insetos eussociais, ou seja, vivem em colônias divididas em castas, com funções específicas, como reprodução, alimentação, cuidado com os ovos, entre outras. Basicamente, há três castas: operários, soldados e reprodutores.

Operários: constituem a casta mais numerosa da colônia. Os cupins operários não possuem asas, são cegos e não apresentam estruturas reprodutoras desenvolvidas, ou seja, são incapazes de se reproduzir. São responsáveis pela coleta dos alimentos, nutrição dos demais membros da colônia, cuidado com os jovens e ovos e construção dos ninhos e galeria.

Soldados: de um modo geral, podem ser identificados por suas mandíbulas fortes e desenvolvidas, mas isso não é característica comum a todas as espécies. Assim como os operários, não possuem asas e também são estéreis e cegos. Na maioria das espécies, os soldados apresentam a cabeça pigmentada. São responsáveis pela defesa da colônia, que pode ser feita por meio de sua poderosa mandíbula ou ainda através de substâncias irritantes que são expelidas por uma glândula situada na cabeça do soldado de algumas espécies. Como são os indivíduos mais diferenciados na colônia, os soldados geralmente são utilizados para a identificação da espécie.

Reprodutores: há reprodutores com asas, denominados alados ou imagos, que se tornarão reis ou rainhas de futuras colônias. Ao contrário dos soldados e dos operários, eles possuem olhos, asas e órgãos reprodutores bem desenvolvidos. Sua função, portanto, é gerar novos indivíduos para a colônia. Esses reprodutores alados são popularmente conhecidos como “aleluias” ou “siriris” e saem em revoadas em períodos quentes e quando a umidade do ar está alta. Em algumas espécies, as rainhas podem viver por muito tempo. Em Coptotermes gestroi, por exemplo, há relatos de que a rainha possa chegar a 15 anos de idade. Quando os reis e rainhas morrem, são substituídos por outros reprodutores. Dessa forma, uma colônia pode durar muito tempo. Se pensarmos na existência de reprodutores secundários, podemos imaginar que uma colônia de cupins tende a ser eterna, se não houver intervenção humana. Isso, no entanto, não é uma realidade. Não se sabe ao certo o motivo, mas após certo tempo, as colônias.

 

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