Cupim
Cupim Praga
Organização social dos Cupins
O ciclo de vida dos cupins
Os ninhos de Cupim
Cupins em ambientes rurais
Cupins no ecossistema
Características dos ninhos de cupim
Danos causados às pastagens
Combater cupins em áreas rurais
Cupim em ambiente urbano
Cupim de madeira seca
Como evitar Cupim de Madeira
Cupim subterrâneo
Como evitar Cupim subterrâneo
Dedetização Cupim
Cupim arborícolas
Considerações cupim
FAQ - Cupins
Contato

 

 
Os textos contidos neste site possuem direitos autorais. Sua cópia total ou parcial, sem autorização expressa, resultará em medidas judiciais cabíveis.
 

Modos de combater cupins em áreas rurais

Os “cupins de montículo” são combatidos pelo uso de inseticidas químicos, introduzidos nos ninhos através de perfuração. Ao se atingir o núcleo do cupinzeiro, onde os cupins geralmente se instalam, o inseticida é injetado, atingindo a maior parte desses insetos. No caso de ninhos totalmente subterrâneos de cupim do gênero Syntermes, o combate à infestação é feito injetando-se inseticida com alta pressão nas entradas do cupinzeiro, a fim de que o produto alcance todas as galerias. Essas estratégias de combate, entretanto, apresentam problemas, pois, além de muitas vezes não eliminarem toda a colônia, os produtos utilizados são tóxicos ao homem e aos animais, colocando em risco o próprio gado ao qual se destina a pastagem. Há que se considerar ainda que os inseticidas utilizados geralmente são residuais, ou seja, continuam agindo no local por um longo tempo, mesmo após sua aplicação, contaminando o solo e poluindo o ambiente.

Se a eliminação dos cupinzeiros realmente se fizer necessária, é extremamente importante que se procure um profissional qualificado para a dedetização e que utilize inseticidas com registro para esse fim junto ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Para a espécie Heterotermes tenuis, até 1985 o controle era feito através de inseticidas clorados, mas esses produtos foram proibidos pelo Ministério da Agricultura (Portaria 328 do Ministério da Agricultura de 2/09/1985). A partir de então passou-se a investir em métodos alternativos como o controle biológico pelo fungo Beauveria bassana. Uma vez aplicado no cupinzeiro, o fungo tende a se fixar no corpo dos cupins. Devido aos hábitos de trofalaxia e “grooming” desses insetos, o fungo é passado a maior parte dos membros da colônia. Além disso, quando um Heterotermes tenuis contaminado morre, o fungo se espalha, contaminando ainda mais a colônia. Esse método é mais barato que o tratamento químico, entretanto age de maneira mais lenta. Uma colônia leva cerca de 3 meses para ser eliminada através do controle biológico.

Todos os Direitos Reservados a Cupim .net.br