Perguntas Frequentes sobre Cupins

Na verdade, a grande maioria não é prejudicial. No Brasil, das 300 espécies descritas apenas 10% podem ser consideradas pragas.
Utilizam-se inseticidas que tenham registro no Ministério da Saúde. Estes inseticidas devem ser injetados nas perfurações circulares deixadas pelos cupins e, em certas situações, aberturas podem ser feitas para promover um melhor acesso do inseticida às galerias feitas pelos cupins.
Sim. Há inseticidas pertencentes ao grupo dos piretróides que podem ser passados sobre a madeira pelos processos de aspersão (pulverização), pincelamento e/ou imersão.
Se o produto químico não for corretamente aplicado no solo pode haver risco de contaminação ambiental, em especial se atingir, por exemplo, algum lençol freático.
Não. Em geral, os inseticidas apresentam eficiência igual ou superior a 90%.
Há o tratamento térmico, que consiste em submeter a madeira a um calor de 66ºC por uma hora e trinta minutos. Também podem ser eliminados se colocados no freezer (-20°C) por cerca de uma semana. Estas duas técnicas só são válidas para itens de porte pequeno. Há o tratamento com iscas, que contém uma quantidade mínima de inseticida e que, por isso, não prejudica o meio ambiente. Existe também o tratamento com descargas elétricas, mas esta tecnologia não se encontra disponível no Brasil.
É recomendável que o controle de cupins seja feito por uma empresa especializada que tenha condições de identificar a espécie e que conheça a biologia da praga em questão. Isso porque a reincidência de infestações é muito comum. Assim, um programa de monitoramento deve estar sempre associado ao controle de cupins.
Não. Os cupins não são vetores ou causadores de doenças.
A presença de cupins tem aumentado devido à expansão urbana e às práticas de construções existentes. Durante a construção de residências e edifícios, o material que contém celulose, ou seja, a base de madeira, utilizado na obra aumenta a disponibilidade de alimento para estes insetos. O crescimento rápido e desordenado das cidades também contribuiu com a alteração do ambiente e eliminou alguns inimigos naturais do cupim.
Não. O cupim é um inseto social da ordem Isoptera, já a broca é um besouro pertencente à ordem Coleoptera, que se alimenta de madeira na fase de larva e, quando se tornam adultos, perfuram a superfície para sair. Cada buraquinho corresponde a uma única broca e da madeira atacada sai um pó semelhante a um talco fino.
A presença do cupim pode ser detectada por resíduos granulosos conhecidos popularmente como “pozinho de cupim”. Esses grânulos, quando novos, apresentam a cor da madeira infestada, mas com o tempo tornam-se escuros. Outra forma para detectar a presença de cupins é pelo encontro de asas iridescentes, de “túneis de terra” nas paredes, por ruídos (como estalos) provocados pela mandíbula do cupim ao se alimentar da madeira ou, ainda, quando pressionamos uma superfície intacta esta se deforma ou se quebra facilmente apenas com a simples pressão dos dedos.
Alguns cupins, especialmente os que vivem em solo, têm condições de “aclimatar-se” com eficiência sobrevivendo, assim, tanto sob clima seco e frio como quente e úmido. Os que vivem em madeira seca são mais sensíveis às condições adversas.
O querosene pode matar um cupim, mas não garante a prevenção para ataques futuros, pois não tem efeito residual quando aplicado, por exemplo, sobre a madeira. De fato funciona apenas como um solvente auxiliar para aplicação de cupinicidas.
Não. Aliás, os cupins praticamente não têm inimigos naturais.
Por exemplo, a espécie Coptotermes gestroi, uma das principais pragas urbanas conhecidas, vive de três a cinco anos. No entanto, a rainha formadora de colônia desta espécie pode viver por quinze anos ou mais.
Há tanto espécies capazes de perfurar a madeira como espécies que não conseguem efetuar tal ação, aproveitando de furos e frestas já existentes para iniciar a colonização local. A manutenção de orifícios não é um comportamento usual de cupins e sim ligado mais às brocas.
Os cupins podem atacar a madeira seca (usada para construir estruturas ou mobiliários) e algumas árvores, dentre elas quaresmeira, acácia, paineira, eucaliptos, amoreiras, flamboyants, palmeiras e pinheiros.
Dentre algumas medidas preventivas estão: colocar telas nas portas e janelas para evitar a entrada de indivíduos alados nas residências; utilização de madeiras que apresentam resistência natural (tais como peroba, ipê, aroeira ou maçaranduba) ou então tratada, com produtos oleosos (creosoto) e hidrossolúveis (borato de cobre cromatado); tratamento de peças de madeira por meio de impermeabilização.

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